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Quem sou eu?
Nasceu em Torres Novas em 1964. Gosta de deusas atrevidas, da
Noite, do Mar, da
espécie-Mulher, de boa música, de
artes-plásticas e de alguma literatura. É, como alguém já escreveu,
um ser intelectualmente irrequieto e insatisfeito que procura despertar as
consciências adormecidas pela rotina das ideias feitas, das convenções, dos
sistemas. O seu horizonte imediato é a
Alma-humana. Coloca de novo a velha e primordial questão universal:
O que fazemos aqui? - Para onde vamos? - O que nos espera?
É
Licenciado, profissionalizado e pós-graduado em Filosofia pela
Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa e professor de
Filosofia e de Psicologia do
Ensino Secundário Regular e Recorrente.
É, contudo, um ser anti-académico. Passou também pelo Conservatório de
Música e pelo ensino de Educação Musical.
Tem a
carteira de
Equiparado a Jornalista e exerceu irregularmente a actividade na
Imprensa Regional e na Rádio.
Faz parte - em equipa com o escritor Urbano Tavares
Rodrigues - da direcção (vice-presidente) do
Prémio
Litterarius instituído pelo
Racal
Clube de Silves - Algarve. É o Cônsul para Lisboa do Movimento
Internacional
Poetas del
Mundo (com sede no Chile). É vice-presiente da Casa do Sardoal em
Lisboa. Foi colaborador do
Artjornal
(jornal online). Foi fundador e vice-presidente da
AJEP - Associação de Jovens Escritores de Portugal (de que
muito se arrepende); foi director literário das Edições Orpheu; é
director literário do
DNA - Departamento
de Novos Autores da
Editorial
Minerva de Lisboa.
Sugeriu a edição de vários livros e CD’s
(poesia, romance, ensaio, teatro, aforismo, etc.) e coordenou, prefaciou e
apresentou várias antologias e colectâneas de poesia e de prosa. Prefaciou e comentou
vários autores de língua portuguesa. Fundou e apresenta, de quando em vez,
em Lisboa, a
Tertúlia Orpheu.
Tem quatro livros publicados e uma colecção de postais, respectivamente:
Eu,
o Ser e a Dúvida
(1989),
Compra-me Um Deus
(1992),
Da Ressurreição do Espanto (1998),
Um bailado
no centro da Alma (2002) e Fragmentos do Tempo Parado
(4 postais com poemas seus e fotografias de António Vieira da Silva, 1995).
É um dos autores das colectânea
Bosque
Flutuante - nova poesia portuguesa,1996,
12 autores e da colectânea
Incomensurável,
2000, 13 autores. Fundou os
jograis Orpheu (extintos desde Junho de 2003)
e produziu o
CD de poesia
Assim Se Diz
gravado ao vivo no Padrão dos Descobrimentos, Lisboa, em Junho de
1999.
Participou e
participa em várias apresentações de livros, saraus, colóquios, congressos,
performances e eventos culturais e afins como apresentador,
animador-cultural,
autor-declamador, divulgador de poesia e de
música tradicional e própria (recital de canções e poesia "da música das palavras"),
conferencista e actor/figurante (convidado de quando em vez pela agência
Uniquestyle entre outros).
No âmbito das artes-plásticas, (pintura, colagem,
aguarela, fotografia, guache e desenho) utiliza o heterónimo
Miguel
d’Hera.
Como
radialista, realizou e apresentou (locução)
entre outros, os seguintes programas de temática variada: Poetas da
Noite, As Palavras do Poema e O Espelho das
Palavras. Na Rádio Renascença (1988) realizou e apresentou o programa Tempo
de Poesia. Na Rádio Voz de Almada (1991), realizou e apresentou o
programa Espírito da Manhã (música, reflexões e entrevistas).
E num dia
efémero de hábitos estúpidos e terrivelmente convergentes (como no caso do
trabalho), escreveu
Miguel
d’Hera
no seu
diário-não-autorizado:
Ângelo Rodrigues é um resistente, eclético, ecuménico,
um-criador-de-absoluta-insatisfação; é também um humanista do desejo
e da ousadia, um provocador de impossíveis, um moscardo
farpizante de conservadorismos e de
estabilidadezinhas; um arauto da diferença; um
místico do devir...
Alguma coisa sobre mim na Comunicação Social
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Actualizado em
sábado 11 Agosto, 2007
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