Compra-me Um Deus, Edições Orpheu, 1992 (ESGOTADO)
Eu, O Ser e a Dúvida, Edições Orpheu, 1989 (ESGOTADO)
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SINOPSE DE COMENTÁRIOS E SENSIBILIDADES
«(...) Desassossego poderia ser a palavra escolhida para traduzir a sensação provocada pela leitura de «Eu, o Ser e a Dúvida», de Ângelo Rodrigues, um poeta da nova geração que revela uma forma de Ser e Estar, presente. Um livro actual que retracta uma realidade que ultrapassa a vivência do próprio Eu. (...) Estamos perante uma obra nova, arrojada, que abala o convencional e que reflecte o sentir de um presente inserido num processo de mudança, que se procura a todos os níveis. Uma obra que merece não só uma leitura, mas também uma reflexão (...)».
Maria Manuela Dantas Jornal Letras & Letras
«(...) Pela Poesia que revela, ou seja pela Totalidade que se decifra no conjunto da sua produção, a caminho de uma personalização significativa (...)».
José Valle de Figueiredo jornalista
«(...) Um novo estilo do discurso se “contabiliza” por dentro da mensagem agreste de Ângelo Rodrigues, quer ao nível do esteticismo, da epistemologia, da lógica e mesmo (em certas passagens) da metafísica, quando o autor “desbrava” imagens imaginativas e nelas se instala a emoção e o talento inventivo. Isto não nos situa, como é óbvio, num comportamento indecifrável do pensamento escrito, muito antes pelo contrário, enriquece a representação física da palavra, naquilo que se pode determinar por “metáfora” bem tecida (...)».
Artur Lucena escritor, jornalista
«(...) Ao passar os olhos pelo original Compra-me Um Deus, detive a minha atenção nestes dois pequenos versos: «Sou um humilde seleccionador / De tudo o que me espante». Talvez a poesia (de Ângelo Rodrigues) só esteja visível para quem optar pelo espanto do que vê e não vê, do que sabe e não sabe. Mas teremos de seleccionar os objectos de espanto (...)».
Maria Alberta Menéres escritora, jornalista
«A poesia de Ângelo Rodrigues é uma proposta de interrogações (...)».
Isabel Ary dos Santos, Jornalista
«(...) Ângelo Rodrigues dá-nos uma vez mais, neste seu livro (Compra-me Um Deus), a outra dimensão do Homem e a outra face da angústia.Ser e não ser, morrer vivendo, ou vivendo para morrer, são entrelinhas do conflito dos sentimentos, que, para lá da razão, dão a medida mais elevada do Homem, quando ao libertar-se dos desejos efémeros do quotidiano, vislumbra o além, que estará, mesmo que não esteja (...).(...) Ângelo Rodrigues no seu livro Eu, o Ser e a Dúvida procura exactamente abranger as duas faces do Tudo: Estar e Ser. E porque a coincidência é rara ou impossível, o poeta canta a sua dor pelo absurdo da existência humana (...).(...) Li-o de um trago, como quem bebe um copo de vinho amargo mas de boa cepa. (...) Que bem me fez ler este livro (Da Ressurreição do Espanto). Aumentou o meu desassossego e fez-me subir alguns degraus. Obrigado Amigo por me ter perturbado!».
Júlio Roberto, escritor, filósofo, "animador de ideias"
«O poema ”Da Mulher” terá de ser uma referência da nossa poesia - talvez seja mesmo um dos melhores poemas que li até hoje».
Natália Correia, escritora Aquando da sessão de apresentação de Compra-me Um Deus,
Sociedade Portuguesa de autores, 20 de Novembro de 1992
LIVROS PUBLICADOS EM PARCERIA
Incomensurável, poesia a treze, Editorial Minerva, 2000