INCOMENSURÁVEL

poesia a treze

Miriam Assor; Fernando Guilherme Azevedo; Victor Pires; Ângelo Rodrigues; Idina Carvalho; José Félix; Lucy Bladh; Mário Canotilho; Sandra Santos; Ricardo Ferreira; José Carlos da Palma Palminha;José Branquinho; Rute Violante

 

EDITORA: Editorial Minerva

 ISBN: 972-591-412-0

FORMATO: 21 x 13,5 cm

PÁGINAS: 136

DATA: Maio de 2000

 PREÇO DE CAPA: 10 €

CAPA: Miguel d'Hera

 

Perguntam pela Eternidade,

O que não sabem pela lei-da-vida.

Raras, pobres e difícies são as palavras

Que dizem o Grande-Enigma;

Uma terrível angústia gramatical

Embate na inquieta alma dos poetas.

 

Sabem que não podem viver sem Ela,

Importam divindades, encantos, mistérios, magias, oráculos...

Mantêm-se (agarrados à poesia) na sofrível espera.

 

AVULSAS IMPRESSÕES

 

Poesia porque há Sentidos, manifestação apolínea e dionisíaca, vontade, desejos, sonhos... porque queremos ter asas e o privilégio dos deuses: viajar livremente no Incomensurável.

 

Se estão-em-Poesia deixem-se ficar! Os poetas diferenciam-se por serem os únicos privilegiados com vocação para o Infinito e com legitimidade para o Impossível. Como nos disse Glissant, “o poeta legitimou o seu privilégio de provocar o impossível”.

 

Poesia porque sim! Há dúvidas,  agitações,  perplexidades, inquietudes, inconformismos... O poeta usa uma “linguagem” para além da linguagem, algo superior e sublime, uma hiper-linguagem que designamos poética. Não é necessário explicá-la, acontece e isso basta.

 

Há grandes razões para uma obra desta natureza: descodificar preconceitos poético-vivenciais, colocar questões dialogando com o Uni-verso, interrogar os deuses sobre o Bem e o Mal, o Amor e o Ódio, a Vida e  a Morte. Outras razões essenciais, têm a ver com a nossa (autores/poetas/artistas) maneira de estar no mundo e na Vida, com a Verdade e/ou ocultação das coisas, dos seres, dos “porquês”.

 

A “linguagem poética”  permite-nos dizer e intuir o indizível; mais do que uma sublime ferramenta ou instrumento para (...), é, sobretudo, a única que estabelece – quando devidamente interiorizada e vivida – como que uma ponte entre o Aquém e o Além, entre a Vida do hoje e a Eternidade. A Poesia é, partilhando do que alguém afirmou, “a linguagem dos deuses”.

 

O poeta pretende ser também, uma espécie de moscardo que espicaça as consciências adormecidas, lembrando e alertando os espíritos mais ensonados e incautos como que dizendo: Homem(!), há muito MAIS para lá do que os teus olhos vêem.

 

Um abraço aos autores/poetas (espíritos insatisfeitos, inquietos e livres) que tornaram possível esta aventura.  

 

                   Ângelo Rodrigues

Lisboa, 23 de Março de 2000

 

 

CONVITE

EDITORIAL MINERVA e os autores, têm o prazer de convidar V. Exª, família  e amigos, para a sessão de apresentação da colectânea  INCOMENSURÁVEL - poesia a treze,  a realizar no dia 27 de Maio (Sábado) de 2002, pelas 18:30 horas em:

FEIRA DO LIVRO DE LISBOA

Auditório da APEL - Parque Eduardo VII – Lisboa

Coordenação da sessão e apresentação da obra e autores por  Ângelo Rodrigues. Participação especial do escritor e "animador de ideias"  Júlio Roberto. Selecção e leitura de poemas dos autores pelos Jograis Orpheu (Vanessa Gomes, Abílio Sampaio, Carlos Silva  e Ângelo Rodrigues). Performance musical por Carlos Silva (voz, harmónica, guitarra e sintetizador).

 

 

 

Leitura de poemas pelos Jograis Orpheu -

 

 

70ª Feira do Livro de Lisboa.

 

 

A contar da esquerda: Carlos Silva, Abílio Sampaio,

 

 

Vanessa Gomes e Ângelo Rodrigues

 

 

ALGUMAS REFERÊNCIAS EM JORNAIS E REVISTAS

ALGUMAS REFERÊNCIAS EM  RÁDIOS

ALGUMAS REFERÊNCIAS EM TELEVISÃO

 


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